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Marketing Digital Para Mudar o Mundo

O Poder do Marketing nas Campanhas Políticas de 2020


Com a Covid-19 à solta pelo país, a corrida para os cargos públicos no Brasil em 2020 será decidida pelo Marketing Digital!





No domingo, dia 16 de agosto, se iniciará oficialmente o período de campanhas políticas para as eleições minoritárias aqui no Brasil. E devido a pandemia, que persiste totalmente fora de controle em solo brasileiro, o pleito deste ano será bem diferente. Impossibilitados de realizar campanhas corpo a corpo e comícios presenciais para evitar aglomerações, partidos políticos e candidatos sabem que sua base e seus possíveis eleitores estarão nas redes sociais, e entendem que o rumo da vida de milhões de brasileiros estará nas mãos daqueles que executarem melhor as suas Estratégias de Marketing Digital.


O Marketing Digital influenciará as decisões de praticamente todos os brasileiros, como já o fez em outras eleições, mas desta vez a sua utilização e a sua abrangência será ainda maior. O Marketing Digital é uma ferramenta tão poderosa que pode literalmente mudar a vida das pessoas. Pode decidir eleições e assim sendo, alterar políticas públicas de âmbito municipal, estadual e federal, o que impacta diretamente em nossas vidas. O Marketing portanto, pode mudar o mundo.


Neste post falaremos sobre as semelhanças e diferenças entre Marketing Eleitoral e Marketing Político, e a importância e impacto que estas poderosas ferramentas da comunicação terão no futuro do Brasil.


Há não muito tempo atrás os recursos de campanhas políticas eram direcionados basicamente para televisão, rádio, comícios, santinhos e outdoors. Hoje, existem muitas outras ferramentas para conectar candidatos com os eleitores. A revolução digital do marketing social, ferramentas de automação, big data e aplicativos de mensagens vieram para ficar. E em 2020, impulsionado pela necessidade de isolamento social, passa de coadjuvante para estrela principal de qualquer estratégia de marketing que se preze.


Nessa nova era, campanhas eleitorais continuam com datas de início e término previamente estabelecidas pelo STE, mas campanhas políticas de relacionamento com a base de seguidores/eleitores se tornam contínuas e duradouras. Este é um passo e um marco importante para a realidade do marketing político e eleitoral do Brasil e do mundo. E aqueles partidos e políticos ou candidatos, que conseguirem se reinventar mais rapidamente para esta nova realidade, já largam com vantagem na corrida do voto.


Mas qual a diferença entre Marketing Político e Marketing Eleitoral?


Apesar de serem muitas vezes associados como sendo a mesma coisa, existem algumas diferenças. De maneira sintética, o Marketing Político tem o papel de conectar e estabelecer relacionamentos duradouros entre a figura pública, política ou do candidato e sua base de eleitores e simpatizantes. Já o Marketing Eleitoral é a intensificação do primeiro em épocas de eleições. Estabelecendo assim, campanhas específicas para aumentar as chances do candidato a sair vitorioso no pleito eleitoral. Apesar de ambas ferramentas possuírem muitas características semelhantes, estar alheio às suas diferenças podem ocasionar a perda de muito dinheiro em campanhas com pouco impacto, e algo ainda mais valioso para os objetivos da campanha. Votos!


Não estamos falando somente sobre a nomenclatura, existem diferenças claras nas estratégias, conteúdos, posicionamentos e muitos outros ponto, que devem ser adotadas para que objetivo específico seja alcançado com a maior eficiência possível.


O Marketing Eleitoral, irá trabalhar para consolidar ou construir a imagem dos candidatos, apresentará propostas, irá se relacionar com a base dos partidos e certamente irá acirrar disputas nas redes sociais. É um conjunto de técnicas que visam tornar um candidato conhecido e aceito no período eleitoral e tem como foco principal as estratégias e ações de curto prazo, com objetivos bem definidos. Por isso é considerada algumas vezes mais fácil de se analisar e mensurar.


O Marketing Político por sua vez é um conjunto de ações que procuram gerar relacionamentos e percepções positivas entre eleitores, organizações, pessoas públicas ou projetos dos mais diversos tipos. É a maneira moderna de se estar próximo do cidadão e de conquistar o apoio das comunidades. Atualmente, é considerado a melhor estratégia para manter conexões duradouras com os eleitores, desde que seja feita de forma permanente.


Atividades que antes eram feitas presencialmente foram modificadas pela internet junto com tantos outros hábitos e costumes dos eleitores. Interagir, se posicionar sobre assuntos polêmicos, apresentar pautas de votação para o conhecimento do seu público, responder dúvidas estão facilitadas pelas “lives”, reuniões ou congressos por videochamada.


Como consequência de tantas mudanças, as ações de marketing político também se reinventaram.


Antigamente, as pessoas costumavam se reunir em praças públicas para debater política ou apresentar propostas. Hoje, este local foi transferido para o mundo digital.


Há não muito tempo atrás, era através dos debates na televisão e no rádio que tínhamos a oportunidade de conhecer melhor os candidatos e avaliarmos suas propostas. Ou então eram os programas políticos do horário eleitoral que influenciavam a decisão de voto de milhões brasileiro. Atualmente, esse relacionamento se inicia muito antes, principalmente por meio de canais digitais. E-mail marketing, sites e blogs, portais de notícias. Mas, principalmente, nas redes sociais.




Os objetivos do Marketing Político, apesar de serem variáveis, frequentemente flutuam dentro de um escopo padrão e podemos citar alguns bem comuns.


Provavelmente a meta mais comum e mais almejada é a candidatura a um cargo público. Se eleger um vereador, prefeito, deputado, senador ou presidente é objetivo principal, o foco da campanha é a construção da imagem positiva do candidato. Mostrar suas ideias e postura, relacionamentos construídos e feitos realizados em prol da comunidade são fundamentais para a aquisição de votos.


Na contramão do marketing ético, baseado em destacar as qualidades e os méritos dos candidatos, profissionais questionáveis da área da comunicação insistem em se aliar com forças políticas duvidosas e investir verbas gigantescas em campanhas de destruição de imagens. Usualmente aliadas a outras práticas enfadonhas como criação e propagação de fake news, utilização de robôs ou bots e perfis falsos de redes sociais, estes “profissionais” usam recursos para denegrir e desconstruir a imagem dos adversários. Não para impactar positivamente na maneira como o possível eleitor enxerga o seu candidato mas, pura e simplesmente para atacar o adversário.


Outra situação comum dentro dos objetivos do marketing político está a construção, manutenção ou melhoria da reputação de partidos políticos. Que afinal de contas são organizações como qualquer outra e uma percepção positiva é fundamental para alcançar novos seguidores e manter os antigos.


Também estamos falando de objetivos do marketing político quando falamos sobre projetos, principalmente os sociais. Campanhas de conscientização sobre o uso de máscaras durante a pandemia, campanhas para a valorização do SUS e dos profissionais de saúde das secretarias estaduais e municipais e do Ministério da Saúde, projetos como bolsa família, FIES e atividades culturais.


No Brasil e em algumas outras partes do mundo, o marketing político tem sido amplamente utilizado para protestar e lutar por causas como a da proteção do meio ambiente, igualdade de gêneros, fim do racismo entre tantas outras.


Resumindo, é possível dizer que o Marketing Político apresenta uma grande gama de estratégias e oportunidades para alcançar apoio popular.


Marketing Político e Eleitoral não podem ser afastados completamente. São complementares. E a história comprova o sucesso daqueles que conseguiram alinhar as ações dos dois frontes com inteligência, inovação e conteúdos de qualidade para gerar sinergia e alcançar suas metas. Por isso, é muito importante aliar as duas modalidades no cotidiano da administração da comunicação do candidato, causa ou figura pública para elevar sua reputação, alcance e engajamento durante o período curto, crítico ou eleitoral. Mas também criar relações mais íntimas, perenes e a longo prazo. Se tornando referência e consolidando a sua imagem como pessoa, causa ou instituição pública confiável.


Acreditamos que o Marketing deva ser usado de forma responsável, ética e elaborada para educar e aproximar eleitores e cidadãos da vida política e das discussões de pautas importantes para a sociedade. O Resultado será um novo panorama, onde o cidadão se tornará mais consciente e participativo dentro desta esfera importante para sua vida e da vida de toda a sociedade.


Acreditamos que o marketing tem o poder de educar, conscientizar e assim mudar o mundo!


Use com sabedoria :)


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